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Diversões na sala de aula
A não ser que você seja muito burro (o que é o caso de alguns leitores desse blog), já deve ter se dado conta de que as férias estão acabando. Sim, meus caros amigos, estão acabando as nossas queridas férias de julho, passadas basicamente com nossa amiga televisão e nosso colega computador banhados a chocolate quente e pão de queijo - se você ficou em casa - ou a maravilhosos festivais de inverno, como a Festa do Morango - se você foi viajar.
Agora, se você for muito, mas muito burro mesmo, e não perceber que o fim das férias traz uma consequência terrível, abrirei seus olhos: ESTÃO VOLTANDO AS AULAS.

você, desesperado.
CALMA! Não precisa se desesperar! O Qui Cosa Mar Linda (admito, o nome é difícil) traz, esclusivamente para você, DIVERSÕES NA SALA DE AULA!!! Vamos começar pelo maior dos jogos de sala de aula: batalha naval.
Batalha naval é um jogo muito simples. Pra jogar, você vai precisar de um quadrinho como esse. Taí de presente pra você imprimir e levar pra escola. Perceba também que não é difícil de concluir como se joga olhando para o desenho (feito pixel por pixel pela minha pessoa), mas como você é meio burro eu vou explicar. Detalhadamente, é claro. Não vamos nos esquecer de que você é burro.
- Pare de me ofender! E faça o favor de explicar logo como se joga isso.
Tá! Calma! Estressado... ¬_¬ Vamos lá:
Eu disse que não era um jogo complexo. A única dificuldade foi fazer informações simples como essas entrarem na sua cabecinha. Agora que você já sabe, imprima suas folhinhas e vá à escola se divertir. Seus professores vão amar, e quem sabe organizem um campeonato.
Se você não for suspenso, é lógico.
PS: Você que se vire para descobrir outras formas de diversão na sala de aula. Isso deu um pouquinho de trabalho pra fazer, sabe... E tudo bem que você seja burro, mas todo mundo sabe jogar Jogo-da-velha. Pelo menos.
PS2: Quinta-feira(22/07) foi dia de comemorar um ano de coisas lindas. Só pra deixar marcado.
:: Postado por
Fêu
às
12h03
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Coisas da vida
Era mais um dia normal de férias em que eu, contrariando o calendário, estava me dirigindo à escola. É, eu sei. Mas enfim, como eu dizia, eu estava indo para a escola e mais uma vez consegui atravessar a Radial Leste sem ser atropelada, como que por milagre. "Como que por milagre" eu digo porque é inexplicável o fato de eu conseguir passar pela faixa de pedestres de uma das avenidas mais movimentadas de São Paulo lendo uma novela qualquer sem ser atropelada - mas isso não vem ao caso.
Bem, deu que eu tinha chegado intacta ao outro lado e estava agora passando pelo farol de debaixo do viaduto, que estranhamente não estava infestado de vendedores ambulantes como é de costume. E, pausando minha leitura para olhar em volta, percebi que nem mesmo o viaduto estava com seus habituais moradores circulando pela área - drogados, prostitutas e vagabundos da região. Bem vindo à Mooca. - e não tive que me preocupar com o ataque dos ferozes vira-latas sem dente que passam a vida coçando na porta do Senai. "Sinistro!", pensei eu.
Qual não foi minha surpresa ao notar que todas essas figuras, juntando-se alguns barulhentos universitários da São Judas e algumas das tradicionais velhinhas e pombas do bairro estavam amontoados em volta de alguma coisa indistiguível embrulhadinha no chão. "Pronto, acharam o corpo do cara que eu enterrei na regional mês passado!", pensei eu novamente.
Meu plano era segurar o estômago e dar uma olhadela no estado do defunto, mas qual! Não se tratava de um defunto, e sim de 8 cachorrinhos, pretos, brancos, malhados, marronzinhos, lindos e fofuchos até pra quem tem medo de cachorro como eu. Fiquei boba (e feliz, claro, já que dessa vez meu advogado não iria conseguir condicional como quando eu assaltei um banco vestida de Barbie praia), e aparentemente eu não era a única nesse estado:
- Awhhh!, que coisinhas mais lindas! - disse uma provável estudante de Educação Física, abraçando o namorado futuro arquiteto.
- Vó, me deixa levar um pra casa! - disse uma garotinha com duas tranças para a avó, que pela espessura da lente de seus óculos ainda estava tentando descobrir o que era aquilo.
- Olha a agüinha... - disse o vendedor de suco Tampico trazendo um potinho vazio de margarina com algo que deduzi ser o gelo derretido do isopor para a nova mamãe, ao que a mulher de profissão antiga revidou:
- Deixa de ser otário, Jão! Filhotinho num bebe água, seu mané!
- Olha a camiseta do Timão, Dez real, Dez real...
- Marmelada, Goiabada, Requeijão, Mocotó... - dizia o bêbado contando os filhotes na ponta dos dedos. Acredito que eram os nomes dos filhotes, mas a Aline provavelmente diria que ele só tava com fome...
- Prru...Prru...
- Alô? Mãe, tem um cachorrinho me seguindo, posso levar pra casa?!
- Deixa de ser besta menina, os cachorrinhos não podem se separar da mãe ainda! - disse uma menina para a amiga quando percebeu que esta estava com o celular em punho praticando seu discurso.
:: Postado por
Fêu
às
19h01
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Aposto que o time do Br'OZ ganha.
:: Postado por
Fêu
às
23h14
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Contos do Camargo
A Escola Técnica Estadual Professor Camargo Aranha fica em São Paulo, mais exatamente situada no isolado bairro da Mooca - que estranhamente não se considera parte da Zona Leste. É. Tem um semestre que eu estou estudando no Camargo e sei mais sobre a cultura e tradição locais do que qualquer um que estude lá desde o primeiro ano. Pois bem, vejo que você precisa de um exemplo.
:: Postado por
Fêu
às
23h11
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Fernanda
16 anos
Sampa
chata
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